Capítulo 1 1
— Tudo pode acontecer em meio de uma invasão, mas agora se apaixonar e criar uma intensa obsessão essa foi a situação mais louca em que a SERPENTE dona do morro já enfrentou, fria calculista e obsessiva ao extremo, será que ela tera nas mãos o que tanto deseja.
O Confronto!
Seguindo a linda de frente Serpente nunca teve medo do perigo, fria como uma verdadeira cobra entra e sai sem ser vista, os tiros estavam intensos demais, mas ela sabia muito bem por onde passar, após jogar bombas nos inimigos entro em um beco avistando um cadeirante caído e com os braços sobre a cabeça, a mesma se aproximou com cautela e ao tocar no mesmo o fez assustar, era um momento delicado, mas aquela troca de olhares foi bem intensa e ali ela traçou seus próximos passos.
O que faz aqui em meio a uma invasão? aonde você mora qual seu nome?
Jonas: Eu me chamo Jonas, moro na rua 5 a única rua plana daqui eu estava subindo quando a invasão começou, vim o mais rápido que pude.
Naquela rua só tinha uma casa vaga, uma pequena mora você e quem lá?
Jonas: Moro sozinho. - Ela percebia o quanto ele estava tremendo e assustado era arriscado, mas mesmo assim ela o ajudou, ajeitou sua cadeira e o ajudou a se sentar, foi o empurrando, mas com a arma em punho, alguns dos seus seguranças vieram lhe der cobertura até a casa do rapaz.
Ta entregue entra e se tranca e cuida desses machucados. - E com isso ela virou as costas indo novamente para a linha de frente, Jonas permanecia assustado tudo era muito novo para ele sua vida era tranquila antes do acidente e do abandono da sua família e da sua noiva, ele tinha tudo e de repente não tinha mais nada, medo de um novo relacionamento e de uma nova rejeição, além do mais agora que não poderia andar, tudo novo e confuso para ele mas não para ela, Serpente já tinha montado em sua mente maquiavélica um plano de aproximação e assim que a invasão acabasse ela o colocaria em prática.
Afinal ela não tinha nada a perder...
Jonas Narrando,
Não havia muito dias que eu estava morando aqui na comunidade, até então é um lugar tranquilo sei que confrontos podem acontecer, mas eu não esperava que isso iria acontecer comigo na rua, sempre fui um bom filho e era um ótimo noivo, trabalhava em uma multinacional e ganhava muito bem, comprei um apartamento e um carro pois iria me casar em dois messes, mas ai o acidente aconteceu em uma inspeção na empresa houve uma explosão e eu cai de uma altura de mais de dez metros, e com isso fraturei a coluna, fiquei em coma por messes e quando acordei que não era mais noivo que o apartamento ficou com ela como uma indenização e meus pais gastaram todo o dinheiro que recebi da empresa, a indignação foi tanta que se não fosse as minhas economias estaria na rua literalmente, paguei 6 messes de aluguel adiantado e comprei uma cadeira de rodas, eu posso voltar a andar mas para isso precisaria de algumas cirurgias e uma voa fisioterapia, mas eu não tenho como arcar com isso então vou me acostumar com a minha nova realidade, suspiro cansado limpando a casa depois de limpar meu machucados e tomar um banho e em seguida fazer uns curativos, ouvi batidas na porta e até estranhei pois ainda não fiz amizade com ninguém aqui, mas ao abrir dei de cara com a mulher que me ajudou a dona do morro.
Serpente: Posso entrar?
Claro - A fastei a cadeira para que ela entrasse, ela tinha algumas sacolas e olhava a casa com curiosidade.
Serpente: Esses moveis já estavam na casa?
Sim todos eles.
Serpente: Não te atrapalha passar?
Um pouco, mas eu estou me acostumando.
Serpente: Conseguiu fazer um curativo direito, trouxe alguns produtos para passar e desinfectar, e alguns remédios para dor, e lanche não sei se comeu hoje a invasão demorou acabar.
Ah obrigado, não precisava se incomodar. - Olhei envergonhado pois realmente eu não comi nada, tinha saído para procurar emprego, mas ninguém quer contratar alguém com deficiência.
Serpente: Achei essa pasta no beco em que te encontrei, estava procurando emprego, desculpa, mas eu fui ver de quem era a pasta.
Não tem problema, eu sai para procurar emprego, mas recebo a mesma resposta sempre.
Serpente: Eu estou precisando de um contador, se tiver interessado posso trazer os papeis para você assim não vai ter trabalho em subir, vou te pagar bem.
Me daria um emprego?
Serpente: Porque não?
Sou um inválido como todos falam.
Serpente: Sempre que tem alguém novo nós procuramos saber quem é para não correr o risco de ser algum infiltrado, seu acidente foi uma fatalidade e sua ex é uma otária, seus pais vou deixar que apenas a minha imaginação saiba o que penso.
Eu devo partilhar do mesmo pensamento, eu nunca imaginei que eles fossem capazes de fazer tal coisa, mas eu quero apenas esquecer que eles existem.
Serpente: Então sugiro que recomece sua vida, aceita minha oferta vou te pagar bem e você vai poder pagar as cirúrgicas prometo não descontar nenhum dia quando estiver operado.
As pessoas falam mal de você.
Serpente: Já estou acostumada, é necessário ser firme para manter a ordem.
Eu aceito trabalhar para você.
Serpente: Ótimo, amanhã tragos os papeis e um computador novo para ficar mais fácil esse é meu número caso precise falar comigo, coma seu lanche vai esfriar. - Ela me olhou intensa e saiu, eu ainda permaneci olhando para a porta e pensando como o mundo dá voltas, e quem você menos espera te estende a mão, eu abri a sacola de lanche e tomei um susto era um super lanche com batata fritas coca cola e ainda tinha um sorvete, eu fiquei feliz ninguém nunca tinha feito nada disso por mim.
Sinto que as coisas vão começar a dar certo na minha vida.
Jonas Narrando,
Eu acordei com barulhos de chuva sentia meu corpo todo dolorido, o tombo que levei ontem começou a fazer efeito, tomei um banho e assim que peguei a toalha bateram na porta, não tinha nem vestido roupa ainda, so joguei a toalha no meu colo e fui abri a porta, Serpente estava ali na chuva logo abri a porta e ela entrou.
Serpente: Bom dia, trouxe os papeis e o computador algumas planilhas e umas coisas que comprei na papelaria, quer ajuda para se enxugar? - Ela olhou por todo o meu corpo parando bem sobre o meu membro e eu abaixei a cabeça nem sei se poderia ter relações, não sei se conseguiria.
Serpente: Adoro ver como fica envergonhado, não teve relação depois do acidente?
Não, depois que me recuperei vim direto pra cá.
Serpente: Posso te ajudar se quiser. - Ela me olhou intensa e eu sustentei o olhar, ela beijou a minha boca e se afastou vendo qual seria a minha reação eu apenas a puxei para mim beijando ela que se sentou no meu colo, eu pude sentir meu membro crescer e ela sentiu também pois riu, foi abaixando os beijos saindo do meu colo e tirando a minha toalha, segurou na minha base me fazendo arfar, muito tempo eu não sentia essa sensação, ela me deu total prazer e não parou até que eu me desmanchasse em sua boca.
Serpente: Seu gosto é maravilhoso. - Eu pedi que ela deitasse na cama, e assim ela fez após tirar sua roupa eu fui até lá me arrastei até ela ficando no meio das suas pernas a beijando devagar até chegar na sua entrada, ela gemeu e me permitiu sentir seu gosto, como mude lhe dei prazer e senti seu gosto, senti ela tremer ao chegar no seu limite e eu fiquei satisfeito, ela tirou do bolso do seu short uma camisinha, colocou em mim e veio sentando devagar, era tudo tão diferente intenso e sem nenhum tipo de preconceito, esquecemos tudo que acontecia la fora e nos entregamos ao prazer, agora ela aqui deitada em meus braços eu estou cheio de duvidas, será que ela gostou, eu fui o suficiente pra ela.
Serpente: Porque essa cara?
Pensando em algumas coisas.
Serpente: Não se preocupe você foi incrível.
Não achou estranho ter relações com um inválido?
Serpente: Quem disse que você é um, não leva pro coração o que as pessoas dizem, você é uma pessoa incrível.
Obrigado por pensar isso de mim.
Serpente: Penso mais coisas, mas vou ficar quieta, vamos tomar banho eu te ajudo e eu trouxe café, tenho que te explicar algumas coisas e voltar pro QG.
Ah claro, não vou te atrapalhar.
Serpente: Não me atrapalha, tem certeza que ta bem nessa casa, ela ta cheia de mofo e quase não tem espaço pta você passar.
Eu vou me acostumar, não precisa se preocupar.
Serpente: se me olhar assim de novo eu te levo pra morar comigo.
