A Filha que Eles Deixaram Queimar
1k Visualizações · Em andamento · Agatha Christie
Eles me deixaram para morrer num laboratório em chamas enquanto salvavam minha irmã falsa. Grande erro.
Eu não dormia havia seis meses, aperfeiçoando o soro neural que salvaria a vida da mamãe. Um frasco. Uma chance. Aí minha irmã adotiva, Mia, agarrou o frasco e o estilhaçou no chão, soluçando sobre como eu era cruel com uma pessoa “deficiente”.
Mamãe e papai engoliram tudo. Meu noivo, Ryan, assentiu junto — provavelmente porque ele transava com a Mia sempre que tinha oportunidade. Quando o fogo me encurralou no laboratório, eles carregaram a Mia “paralisada” para fora e me deixaram socando o vidro reforçado, engasgada com a fumaça.
Quer saber a melhor parte? Aquela cobra manipuladora saltou da cadeira de rodas e disparou para um lugar seguro no instante em que achou que ninguém estava olhando.
Segunda chance de viver? Pode apostar.
Estou vendo a Mia erguer aquele tubo de ensaio de novo, pronta para destruir tudo. Mas, em vez de avançar como da última vez, eu me recosto na cadeira.
— Pode quebrar — digo, dando de ombros. — Não sou eu quem vai sofrer.
Vamos ver como isso termina quando eu não for mais a trouxa ingênua.
Eu não dormia havia seis meses, aperfeiçoando o soro neural que salvaria a vida da mamãe. Um frasco. Uma chance. Aí minha irmã adotiva, Mia, agarrou o frasco e o estilhaçou no chão, soluçando sobre como eu era cruel com uma pessoa “deficiente”.
Mamãe e papai engoliram tudo. Meu noivo, Ryan, assentiu junto — provavelmente porque ele transava com a Mia sempre que tinha oportunidade. Quando o fogo me encurralou no laboratório, eles carregaram a Mia “paralisada” para fora e me deixaram socando o vidro reforçado, engasgada com a fumaça.
Quer saber a melhor parte? Aquela cobra manipuladora saltou da cadeira de rodas e disparou para um lugar seguro no instante em que achou que ninguém estava olhando.
Segunda chance de viver? Pode apostar.
Estou vendo a Mia erguer aquele tubo de ensaio de novo, pronta para destruir tudo. Mas, em vez de avançar como da última vez, eu me recosto na cadeira.
— Pode quebrar — digo, dando de ombros. — Não sou eu quem vai sofrer.
Vamos ver como isso termina quando eu não for mais a trouxa ingênua.


