Reapers MC: Coroada pela Morte
831 Visualizações · Em andamento · McKenzie Shinabery
A mão de Knox se fecha em torno da gola do meu colete, puxando-me para trás só o bastante para que eu sinta o calor dele contra a minha coluna.
— Você continua olhando para a encrenca desse jeito — ele murmura junto à minha orelha, a voz áspera e baixa — e um dia ela vai olhar de volta.
Ergo o queixo, encontrando o olhar dele por cima do ombro.
— Ótimo — sussurro. — Estou contando com isso.
A boca dele se curva devagar, sombria e perigosa.
— Cuidado, Shade — ele diz. — Os Reapers não pegam leve.
— Eu também não.
Eu cresci em volta do MC dos Reapers.
O ronco das motos, o cheiro de gasolina e couro, o tipo de lealdade que corre mais fundo do que o sangue. Mas esse nunca era para ser o meu mundo. Esse mundo pertencia ao meu irmão.
Ghosteye.
Ele usava o patch. Ele vivia pela Coroa. Ele acreditava no clube com tudo o que tinha.
E então, um dia… ele simplesmente sumiu.
Todo mundo diz que foi resolvido.
Todo mundo diz que o clube cuidou disso.
Mas havia algo que nunca pareceu certo.
Então eu fiz a única coisa que ninguém esperava — eu mesma entrei para os Reapers.
Como prospect. Provando que eu pertenço a um mundo em que homens como Knox, Lucian e o meu próprio pai mandam com punhos de ferro e lealdade manchada de sangue.
Cavando covas. Fazendo serviços. Sobrevivendo a homens que acham que eu nem deveria estar aqui.
Quanto mais fundo eu vou, mais eu percebo que esse clube é construído sobre segredos… e Ghosteye foi enterrado com um dos maiores.
Mas, se os Reapers me ensinaram alguma coisa enquanto eu crescia, foi isto:
Você não veste a Coroa a menos que esteja disposto a sangrar por ela.
E eu estou pronta para queimar este reino inteiro até o chão, se for isso que for preciso para descobrir a verdade.
— Você continua olhando para a encrenca desse jeito — ele murmura junto à minha orelha, a voz áspera e baixa — e um dia ela vai olhar de volta.
Ergo o queixo, encontrando o olhar dele por cima do ombro.
— Ótimo — sussurro. — Estou contando com isso.
A boca dele se curva devagar, sombria e perigosa.
— Cuidado, Shade — ele diz. — Os Reapers não pegam leve.
— Eu também não.
Eu cresci em volta do MC dos Reapers.
O ronco das motos, o cheiro de gasolina e couro, o tipo de lealdade que corre mais fundo do que o sangue. Mas esse nunca era para ser o meu mundo. Esse mundo pertencia ao meu irmão.
Ghosteye.
Ele usava o patch. Ele vivia pela Coroa. Ele acreditava no clube com tudo o que tinha.
E então, um dia… ele simplesmente sumiu.
Todo mundo diz que foi resolvido.
Todo mundo diz que o clube cuidou disso.
Mas havia algo que nunca pareceu certo.
Então eu fiz a única coisa que ninguém esperava — eu mesma entrei para os Reapers.
Como prospect. Provando que eu pertenço a um mundo em que homens como Knox, Lucian e o meu próprio pai mandam com punhos de ferro e lealdade manchada de sangue.
Cavando covas. Fazendo serviços. Sobrevivendo a homens que acham que eu nem deveria estar aqui.
Quanto mais fundo eu vou, mais eu percebo que esse clube é construído sobre segredos… e Ghosteye foi enterrado com um dos maiores.
Mas, se os Reapers me ensinaram alguma coisa enquanto eu crescia, foi isto:
Você não veste a Coroa a menos que esteja disposto a sangrar por ela.
E eu estou pronta para queimar este reino inteiro até o chão, se for isso que for preciso para descobrir a verdade.
















































