Dormi com o Irmão do Meu Noivo Falecido
305 Visualizações · Em andamento · Liora
Na noite da abertura da galeria beneficente, peguei Lucas e Lila enroscados no armário de armazenamento.
Ele puxou a garota contra o peito e zombou:
— Stella, você é oito anos mais velha do que eu. Você controlou a minha vida por cinco anos... quando vai perceber que nunca vai conseguir me prender?
Lila deu uma risadinha, aconchegando-se ainda mais nos braços dele.
— Você já passou do auge, senhora. Por que se agarrar a alguém que nunca foi seu, para começo de conversa?
Risadinhas e gargalhadas debochadas se espalharam entre os presentes.
Abri um sorriso lento e vazio.
Por cinco anos, fui eu sozinha quem manteve a Scott Enterprises de pé, limpei cada bagunça que ele fazia e enterrei cada escândalo nascido da sequência interminável de casos dele.
Ainda assim, ele pulava de uma garota para outra, usando a nossa diferença de idade como arma para zombar de mim e me ferir, vezes sem fim.
Então ele me empurrou com força. Desabei no chão, numa poça do meu próprio sangue, vendo-o sair correndo com outra mulher nos braços, sem sequer me lançar um único olhar para trás.
Naquele instante, eu soube que o bebê tinha partido.
Todos cochichavam sobre como eu tinha me humilhado por amor.
Ninguém jamais soube da verdade: eu suportei tudo aquilo apenas porque o rosto dele era a imagem do meu falecido noivo, Elias.
Ele puxou a garota contra o peito e zombou:
— Stella, você é oito anos mais velha do que eu. Você controlou a minha vida por cinco anos... quando vai perceber que nunca vai conseguir me prender?
Lila deu uma risadinha, aconchegando-se ainda mais nos braços dele.
— Você já passou do auge, senhora. Por que se agarrar a alguém que nunca foi seu, para começo de conversa?
Risadinhas e gargalhadas debochadas se espalharam entre os presentes.
Abri um sorriso lento e vazio.
Por cinco anos, fui eu sozinha quem manteve a Scott Enterprises de pé, limpei cada bagunça que ele fazia e enterrei cada escândalo nascido da sequência interminável de casos dele.
Ainda assim, ele pulava de uma garota para outra, usando a nossa diferença de idade como arma para zombar de mim e me ferir, vezes sem fim.
Então ele me empurrou com força. Desabei no chão, numa poça do meu próprio sangue, vendo-o sair correndo com outra mulher nos braços, sem sequer me lançar um único olhar para trás.
Naquele instante, eu soube que o bebê tinha partido.
Todos cochichavam sobre como eu tinha me humilhado por amor.
Ninguém jamais soube da verdade: eu suportei tudo aquilo apenas porque o rosto dele era a imagem do meu falecido noivo, Elias.


