A Água Me Levou Primeiro, Mas Gosta Mais Dele
772 Visualizações · Em andamento · Piper Hayes
Beau e eu estamos juntos há três anos. Eu paguei o aluguel inteiro do iate do meu próprio bolso, e ele aparece arrastando a melhor amiga de infância dele, Sadie, e depois sai dizendo para todo mundo que a ideia foi dele, o grande gesto dele.
Já em alto-mar, Sadie vê um pequeno polvo boiando perto da superfície e decide que precisa ficar com ele. A criatura pulsa com anéis azuis brilhantes.
Eu sou uma mergulhadora profissional certificada. Sei exatamente o que aquilo é no segundo em que vejo. Tento impedi-la.
Ela cai no choro e diz ao Beau que eu estou indo atrás dela.
Então Beau, sempre o herói quando se trata de Sadie, pula na água ele mesmo e pega a criatura.
Sadie brinca com ela. Ela a morde. Sadie já está caída no convés antes mesmo de entender o que a atingiu.
Beau me agarra, gritando para eu sugar o veneno. Eu me recuso. Ele me chama de vadia fria e sem coração e, no meio do caos, me empurra para fora do barco, em águas infestadas de tubarões.
Eu morro ali. Não sobra nada de mim.
Eles usam meu celular para forjar uma carta de suicídio. Depressão, dizem. Pulou por vontade própria. Depois ficam com a minha empresa, meus bens, tudo.
Eles postam na internet insinuando que eu tentei empurrar Sadie e acabei escorregando.
Meus pais, destruídos pelo assédio online e pela dor de me perderem, morrem os dois de ataque cardíaco.
Então eu abro os olhos. E estou de volta. Na manhã da viagem.
Já em alto-mar, Sadie vê um pequeno polvo boiando perto da superfície e decide que precisa ficar com ele. A criatura pulsa com anéis azuis brilhantes.
Eu sou uma mergulhadora profissional certificada. Sei exatamente o que aquilo é no segundo em que vejo. Tento impedi-la.
Ela cai no choro e diz ao Beau que eu estou indo atrás dela.
Então Beau, sempre o herói quando se trata de Sadie, pula na água ele mesmo e pega a criatura.
Sadie brinca com ela. Ela a morde. Sadie já está caída no convés antes mesmo de entender o que a atingiu.
Beau me agarra, gritando para eu sugar o veneno. Eu me recuso. Ele me chama de vadia fria e sem coração e, no meio do caos, me empurra para fora do barco, em águas infestadas de tubarões.
Eu morro ali. Não sobra nada de mim.
Eles usam meu celular para forjar uma carta de suicídio. Depressão, dizem. Pulou por vontade própria. Depois ficam com a minha empresa, meus bens, tudo.
Eles postam na internet insinuando que eu tentei empurrar Sadie e acabei escorregando.
Meus pais, destruídos pelo assédio online e pela dor de me perderem, morrem os dois de ataque cardíaco.
Então eu abro os olhos. E estou de volta. Na manhã da viagem.















































