Entrei Num Bar de Monstros e o Dono Disse Que Eu Nao Podia Sair
826 Visualizações · Em andamento · Ana Beatriz Oliveira
Marina Vale passava as madrugadas atendendo pedidos de socorro na central do SAMU, acostumada a ser a voz calma do outro lado da linha enquanto a cidade quebrava em acidentes, sirenes e desespero. Numa noite de chuva, depois de um plantao que parecia nao terminar, ela e seguida por algo impossivel nas ruas vazias do centro antigo de Sao Paulo.
Para sobreviver, Marina invade um bar de jazz escondido numa rua que so aparece depois das 23h33. La dentro, os clientes nao sao humanos, o dono e mais perigoso que todos eles, e a porta pela qual ela entrou talvez nunca devesse ter se aberto.
Caio Rowan salva sua vida. Depois tranca a saida e diz que ela nao pode ir embora.
Marina acha que encontrou seu carcereiro. Mas quando escuta a voz do proprio irmao chamando do lado de fora, descobre que o perigo real aprendeu a usar rostos e vozes que ela ama. Agora, presa entre uma corte sobrenatural, um guardiao exilado e uma heranca de sangue que sua mae escondeu ate morrer, Marina precisa decidir quem esta tentando controla-la e quem esta tentando impedir que o mundo inteiro a engula.
Para sobreviver, Marina invade um bar de jazz escondido numa rua que so aparece depois das 23h33. La dentro, os clientes nao sao humanos, o dono e mais perigoso que todos eles, e a porta pela qual ela entrou talvez nunca devesse ter se aberto.
Caio Rowan salva sua vida. Depois tranca a saida e diz que ela nao pode ir embora.
Marina acha que encontrou seu carcereiro. Mas quando escuta a voz do proprio irmao chamando do lado de fora, descobre que o perigo real aprendeu a usar rostos e vozes que ela ama. Agora, presa entre uma corte sobrenatural, um guardiao exilado e uma heranca de sangue que sua mae escondeu ate morrer, Marina precisa decidir quem esta tentando controla-la e quem esta tentando impedir que o mundo inteiro a engula.



