“Você se parece com ela”, meu pai sussurrou, forçando-me a entrar no vestido de noiva da minha irmã gêmea, mas não me avisou que eu estava me casando com um monstro.
Minha irmã gêmea fugiu, me deixando para me casar com Luciano Moretti, um implacável Don da Máfia. Caminhei até o altar, tremendo, rezando para que ele não percebesse a troca. Mas, no momento em que ele me beijou no altar, sua língua invadiu minha boca, exigente e possessiva, provando-me como se eu fosse propriedade dele.
Achei que conseguiria esconder a verdade. Mas, na nossa noite de núpcias, ele saiu do banheiro usando apenas uma toalha, com gotas d’água escorrendo por seus abdominais esculpidos e pela marcada linha em V que apontava para sua masculinidade pesada.
Ele me encurralou contra a cama. “Seu cheiro é diferente, esposa”, sussurrou, a mão deslizando pela minha coxa, o polegar roçando perigosamente perto do meu calor úmido.
Tentei afastá-lo, mas, na manhã seguinte, ele decidiu me testar. Empurrou um prato de bagels com manteiga de amendoim na minha direção — comida que me mataria, mas era a favorita da minha irmã.
“Coma”, ele ordenou, os olhos baixando para o meu peito, onde meus mamilos estavam rígidos sob o robe de seda. “Ou quer que eu lhe dê outra coisa para engolir?”
Seu olhar escureceu, descendo até os meus lábios, e eu soube que ele não estava falando de comida. Ele sabe que sou uma impostora. E vai aproveitar cada segundo da minha punição.