o amor proibido do atacante
417 Visualizações · Em andamento · Dauda KANYINSOLA
Ela luta pela única oportunidade que sempre lhe disseram que não merece. Ele é a única regra que não se pode dar ao luxo de quebrar.
Mia Torres lutou para se tornar a melhor avançada da sua equipa, desde uma participação num teste sem bolsa de estudos. Sem ginásio, sem olheiro, sem atalhos, apenas dois anos a provar, um jogo de cada vez, que ela merece estar ali. Esta época é tudo: uma chamada à seleção nacional está finalmente ao seu alcance, se conseguir manter a sua posição e a cabeça no lugar.
Assim, o Ironbridge FC contrata Daniel Reyes. Um ex-jogador profissional com a reputação de nunca quebrar uma regra, e a primeira coisa que faz como treinador é deixá-la no banco logo na estreia da temporada.
O que começa como um choque transforma-se em algo muito mais perigoso do que qualquer um dos dois gostaria. Respeito, forjado em treinos brutais e longas noites a analisar vídeos de jogos. E depois algo subjacente que nenhum dos dois consegue nomear em voz alta, porque nomear significa admitir o risco: os técnicos não se apaixonam pelos jogadores. Não se ele quiser manter a carreira. Não se ela quiser manter a dela.
Mas a proximidade tem o poder de desgastar todas as barreiras que traçaram. E algures do outro lado do ecrã bloqueado de um telemóvel, alguém já está a observar, esperando o momento em que vacilarem.
Mia Torres lutou para se tornar a melhor avançada da sua equipa, desde uma participação num teste sem bolsa de estudos. Sem ginásio, sem olheiro, sem atalhos, apenas dois anos a provar, um jogo de cada vez, que ela merece estar ali. Esta época é tudo: uma chamada à seleção nacional está finalmente ao seu alcance, se conseguir manter a sua posição e a cabeça no lugar.
Assim, o Ironbridge FC contrata Daniel Reyes. Um ex-jogador profissional com a reputação de nunca quebrar uma regra, e a primeira coisa que faz como treinador é deixá-la no banco logo na estreia da temporada.
O que começa como um choque transforma-se em algo muito mais perigoso do que qualquer um dos dois gostaria. Respeito, forjado em treinos brutais e longas noites a analisar vídeos de jogos. E depois algo subjacente que nenhum dos dois consegue nomear em voz alta, porque nomear significa admitir o risco: os técnicos não se apaixonam pelos jogadores. Não se ele quiser manter a carreira. Não se ela quiser manter a dela.
Mas a proximidade tem o poder de desgastar todas as barreiras que traçaram. E algures do outro lado do ecrã bloqueado de um telemóvel, alguém já está a observar, esperando o momento em que vacilarem.

