A GÊMEA ERRADA PARA O ALFA CERTO
850 Visualizações · Em andamento · bianca.liswork
Deslizei por baixo dos seus braços, buscando um espaço seguro para respirar. Percebi um sorriso divertido escapar de seus lábios e optei por ignorá-lo.
— A transformação vai doer? — Abaixei o olhar, perguntando em um sussurro.
— Mais do que você possa imaginar, humana... — A franqueza em suas palavras me fez erguer o queixo em sua direção.
— Como é a transformação?
Ele voltou a se aproximar, falando pausadamente.
— Primeiro, seus ossos vão começar a quebrar, te lançando ao chão. — Seus olhos estavam cerrados. — Depois acontecerá o crescimento de pelos densos em todo o seu corpo. O alongamento dos membros, considero a parte mais excitante da dor. — Brincou com um tilintar da língua antes de prosseguir. — Vem o encurtamento do focinho e o desenvolvimento de garras e presas afiadas.
Respirei fundo, tentando processar o que estava por vir.
Ele me puxou para perto, apertando meu quadril possessivamente.
— Não se preocupe, estarei aqui durante todo o seu processo...
— Para garantir que morrerei? — Com lágrimas nos olhos, dei mais alguns passos à frente, entrando em seu jogo perigoso.
Notei sua respiração um pouco mais densa.
— Você lembra muito a ela. — Murmurou, encostando sua testa na minha. — Para testemunhar a escolha da Deidade. — Com mais pressão na testa, me obrigou a recuar alguns passos, vencida pela dor.
As dores nas articulações começaram. Uma reviravolta tomou meu estômago; minhas costelas pareciam se afastar por dentro, como se abrissem espaço para acomodar uma alma canídea.
— Ai... Que dor... — Gemi, me agachando e envolvendo os braços em volta da barriga. — Eu não quero isso... — Supliquei, com os olhos marejados, encarando o Alfa à minha frente. — Por favor... me ajude a evitar isso!
— A transformação vai doer? — Abaixei o olhar, perguntando em um sussurro.
— Mais do que você possa imaginar, humana... — A franqueza em suas palavras me fez erguer o queixo em sua direção.
— Como é a transformação?
Ele voltou a se aproximar, falando pausadamente.
— Primeiro, seus ossos vão começar a quebrar, te lançando ao chão. — Seus olhos estavam cerrados. — Depois acontecerá o crescimento de pelos densos em todo o seu corpo. O alongamento dos membros, considero a parte mais excitante da dor. — Brincou com um tilintar da língua antes de prosseguir. — Vem o encurtamento do focinho e o desenvolvimento de garras e presas afiadas.
Respirei fundo, tentando processar o que estava por vir.
Ele me puxou para perto, apertando meu quadril possessivamente.
— Não se preocupe, estarei aqui durante todo o seu processo...
— Para garantir que morrerei? — Com lágrimas nos olhos, dei mais alguns passos à frente, entrando em seu jogo perigoso.
Notei sua respiração um pouco mais densa.
— Você lembra muito a ela. — Murmurou, encostando sua testa na minha. — Para testemunhar a escolha da Deidade. — Com mais pressão na testa, me obrigou a recuar alguns passos, vencida pela dor.
As dores nas articulações começaram. Uma reviravolta tomou meu estômago; minhas costelas pareciam se afastar por dentro, como se abrissem espaço para acomodar uma alma canídea.
— Ai... Que dor... — Gemi, me agachando e envolvendo os braços em volta da barriga. — Eu não quero isso... — Supliquei, com os olhos marejados, encarando o Alfa à minha frente. — Por favor... me ajude a evitar isso!


