Ele Não Me Sequestrou. Não Exatamente
10k Visualizações · Em andamento · clintoneditss
A primeira coisa que notei quando acordei foi a fita adesiva grossa prendendo meus pulsos; a segunda foi que eu tinha sido sequestrada por um chefão bilionário da máfia que pegou a garota errada.
Eu queria dizer que minha primeira reação foi corajosa, mas foi quase só pânico. Fui enfiada à força numa mansão enorme de pedra — daquelas com colunas douradas e lustres do tamanho de carros. Se eu ia ser sequestrada, sinceramente, eu esperava algo um pouco menos... caro.
Fui arrastada para uma sala cheia de homens assustadores de terno. Foi aí que ele entrou. Adrian DeLuca. Alto, de ombros largos, com olhos verdes intensos e um físico perigosamente calmo que fez todo mundo na sala congelar. Ele era o CEO do Sequestro e, irritantemente, bonito. Ele me encarou, o maxilar marcado retesado, e disse com calma:
— Esta não é a filha da Víbora. Quem é você?
Soltei o ar.
— Bom, você me sequestrou por engano. Posso ir pra casa agora? Eu tenho faculdade pra pagar.
Mas Adrian não riu. Ele deu um passo mais perto, sua presença sufocantemente poderosa. Ele tinha mandado investigar minha vida.
— O nome de solteira da sua mãe é Volkov — sussurrou, os olhos escuros com uma promessa letal. — A mulher que pretendíamos sequestrar é a filha da Víbora... e você também.
Meu cérebro travou. Meu pai ausente era um senhor do crime impiedoso?
— Você me é útil agora — ordenou Adrian, com uma voz que não deixava espaço para discussão. — Você vai permanecer nesta casa. Vai para onde eu mandar e vai fazer o que eu mandar.
Eu fuzilei ele com o olhar.
— Você não é meu dono!
Ele se inclinou, o hálito roçando minha orelha.
— Agora sou.
Eu queria dizer que minha primeira reação foi corajosa, mas foi quase só pânico. Fui enfiada à força numa mansão enorme de pedra — daquelas com colunas douradas e lustres do tamanho de carros. Se eu ia ser sequestrada, sinceramente, eu esperava algo um pouco menos... caro.
Fui arrastada para uma sala cheia de homens assustadores de terno. Foi aí que ele entrou. Adrian DeLuca. Alto, de ombros largos, com olhos verdes intensos e um físico perigosamente calmo que fez todo mundo na sala congelar. Ele era o CEO do Sequestro e, irritantemente, bonito. Ele me encarou, o maxilar marcado retesado, e disse com calma:
— Esta não é a filha da Víbora. Quem é você?
Soltei o ar.
— Bom, você me sequestrou por engano. Posso ir pra casa agora? Eu tenho faculdade pra pagar.
Mas Adrian não riu. Ele deu um passo mais perto, sua presença sufocantemente poderosa. Ele tinha mandado investigar minha vida.
— O nome de solteira da sua mãe é Volkov — sussurrou, os olhos escuros com uma promessa letal. — A mulher que pretendíamos sequestrar é a filha da Víbora... e você também.
Meu cérebro travou. Meu pai ausente era um senhor do crime impiedoso?
— Você me é útil agora — ordenou Adrian, com uma voz que não deixava espaço para discussão. — Você vai permanecer nesta casa. Vai para onde eu mandar e vai fazer o que eu mandar.
Eu fuzilei ele com o olhar.
— Você não é meu dono!
Ele se inclinou, o hálito roçando minha orelha.
— Agora sou.


