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Demitido na Final

Demitido na Final

1.1k Visualizações · Em andamento · Luna Vasconcelos
Rafael Monteiro não perdeu apenas o emprego na noite mais assistida do basquete brasileiro. Ele perdeu o nome do próprio trabalho. Demitido nos corredores do Atlético Imperial enquanto o clube disputava a final, ele viu Vicente Azevedo, o chefe que o descartou, aparecer na televisão vendendo como inovação um modelo roubado de suas madrugadas. Sem dinheiro, sem time e sem mídia, Rafael só tinha uma coisa que ainda não podiam tomar: o olhar para jogadores que decidiam melhor quando todos os outros entravam em pânico.

Então ele encontrou João Reis, o Joca, um armador magro da Zona Leste que os rankings ignoravam e os empresários chamavam de aposta perdida. João não saltava mais alto, não corria mais bonito e não parecia produto de elite. Mas via duas jogadas à frente. Para assinar o garoto, Rafael apostou o aluguel, enfrentou a própria vergonha e virou piada nacional. O que ninguém esperava era que aquela assinatura pequena abrisse uma guerra contra clubes, agentes, laudos falsos e a indústria que lucra quando talentos pobres desistem antes de serem vistos.

Esta é uma história sobre o minuto em que o jogo fica apertado: no placar, no bolso, no contrato e na reputação. Rafael precisa provar que sua leitura vale mais que a máquina de um clube campeão. João precisa provar que um corpo comum pode carregar uma mente rara. E os dois vão descobrir que, no esporte profissional, a jogada mais suja quase nunca acontece dentro da quadra. Quando a final acabar, a verdadeira disputa será por quem tem o direito de ser visto, assinado e lembrado. Cada capítulo empurra Rafael e João para uma escolha mais cara, até a noite em que documentos, treino e coragem precisam valer mais que dinheiro, reputação comprada e silêncio imposto por gente poderosa, diante de milhões de olhos atentos, no país inteiro, sem piedade alguma.
O Acordo Final com o Diabo

O Acordo Final com o Diabo

691 Visualizações · Em andamento · Coralie Sullivan
A dor não era só uma sensação; era uma lâmina enferrujada e serrilhada sendo arrastada, centímetro por centímetro excruciante, do meu ventre até o esterno.

Forcei os olhos a se abrirem contra as luzes fluorescentes duras e implacáveis da UTI. Gaze. Gaze demais, pesada e encharcada com o meu próprio sangue.

“O coração da receptora está estável. Nenhum sinal de rejeição.”

A voz baixa da enfermeira atravessou a fresta da porta.

“Mas o leito um... o atraso foi longo demais. O útero dela estava necrótico. Tivemos que removê-lo.”

Mordi o lábio rachado até sentir o gosto de cobre.

Então era isso.

O grande final que a minha amada família tinha orquestrado para mim.
O Campeao Viu Meu Filho na Final

O Campeao Viu Meu Filho na Final

1k Visualizações · Em andamento · Luna Vasconcelos
Na noite em que Caio Duarte podia se tornar o maior campeao da Liga, uma camera de transmissao mostrou um menino de cinco anos na arquibancada da Arena Bandeirantes.

O menino estava fraco, de mascara no rosto, segurando uma bola pequena demais para uma final. Mesmo assim, sorriu para o telao como se aquele lugar enorme fosse dele.

Em segundos, o Brasil inteiro parou de falar do placar.

"Esse menino e a cara do Caio Duarte."

"Alguem chama o DNA."

"Por que o filho secreto do MVP esta na final?"

Mariana Azevedo viu os comentarios explodirem no celular do hospital e sentiu o mundo que ela tinha escondido por cinco anos rachar no meio.

Ela nao tinha voltado a Sao Paulo por Caio. Tinha voltado porque Leo precisava de tratamento, de exames, de um parente compativel, de uma assinatura que talvez ela nao pudesse dar sozinha.

Mas Caio viu a foto.

E quando o campeao descobriu o sobrenome do menino, a data de nascimento e o tipo sanguineo, a mentira que separou os dois comecou a morrer.

O problema era que as pessoas que fabricaram aquela mentira ainda tinham dinheiro, contratos, cameras e medo suficiente para destruir Mariana de novo.

So que, dessa vez, ela nao estava sozinha.
O Traidor Que Me Salvou na Noite da Final

O Traidor Que Me Salvou na Noite da Final

824 Visualizações · Em andamento · Luna Vasconcelos
Clara Monteiro nunca acreditou em salvadores. Seu pai tinha perdido a carreira, os amigos e a paz depois de tentar provar uma fraude no futebol brasileiro. Desde então, Clara aprendeu que a verdade só valia alguma coisa quando vinha com prova, cópia de segurança e coragem para aguentar a queda.

Na semana da final internacional mais assistida do ano, ela entra escondida numa área de serviço do estádio e grava o que ninguém deveria ver: um médico da delegação entregando uma lista falsa de lesões ao homem que controla a segurança do torneio. Em minutos, seu crachá é bloqueado, seu celular vira alvo e homens armados começam a caçá-la pelos túneis.

O único que aparece para tirá-la viva dali é Mateus Valença, o ex-atacante que o país inteiro chama de vendido desde a última Copa Global. Ele conhece os corredores, os códigos das portas, os nomes que Clara ainda não sabe temer. E carrega um pecado que talvez nunca tenha sido dele.

Para sobreviver, Clara precisa escolher entre confiar no homem mais odiado do futebol ou entregar a única prova capaz de limpar o nome dele e destruir o império de Silas Duarte.

Na noite da final, a verdade não vai entrar em campo. Vai correr pelo estacionamento, sangrar nos bastidores e explodir diante das câmeras do mundo inteiro.
Jogo do Juízo Final: Eu Esmagro Usuários de Habilidades com Riqueza Infinita

Jogo do Juízo Final: Eu Esmagro Usuários de Habilidades com Riqueza Infinita

287 Visualizações · Em andamento · Ryu
Fui explodido pelo meu sócio e pela minha noiva, agindo em conluio, só para acordar num jogo apocalíptico em que apenas uma pessoa pode sobreviver. Eles tiraram habilidades de rank S e zombaram da minha carta de riqueza “inútil”. Mas esqueceram de uma coisa — num mundo regido por leis físicas, dinheiro compra cidades no céu, bombas de EMP e armas orbitais. Agora estão de joelhos, em meio às ruínas, implorando para eu abrir a porta, enquanto eu permaneço no topo da Cidade de Avalon, a 30.000 metros de altitude, com o dedo pairando sobre o botão de detonação.
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