Ela Luta e Joga
504 Visualizações · Em andamento · Eve Frost
Eu tinha dezesseis anos quando meu pai biológico me arrastou do nosso rancho em Montana para a mansão dele na Costa Leste. Festa de boas-vindas? Meu meio-irmão, Brandon, apontou pra minha cara no refeitório e zombou: “Lixo da fazenda!”
Eu dei um tapa nele. Com força. A bochecha dele ficou vermelha na hora.
“Garotas não têm a menor condição de entender tática de beisebol”, ele cuspiu, tentando não passar vergonha. “Se você conseguir entrar no time, eu faço o que você mandar.”
Fechado.
No dia em que aqueles valentões me encurralaram no beco, eu derrubei uns vinte e tantos sozinha. Lucas Winston — capitão do time, herdeiro de um império financeiro, o melhor da nossa turma — só ficou ali olhando, os olhos brilhando com alguma coisa perigosa. “Você viria me salvar? Mesmo em outro estado?”
“Viria. Mas não porque você está pedindo desse jeito.”
A voz do vovô Jack chiou no telefone: “Suas habilidades de combate, sua mente tática — tudo isso pode ser aplicado ao beisebol. É o seu único caminho de saída.”
Com minhas notas raspando o fundo do poço, o recrutamento esportivo era minha única chance de entrar na faculdade. Aquela aposta? Minha ponte em chamas.
Mas Lucas virou um problema. Chegou perto demais; os problemas de controle dele sufocavam. Depois da formatura, eu fugi. Achei que podia escapar dele.
Um semestre depois, ele apareceu na entrada do meu clube: “Eu recusei Yale.”
Eu varri as pernas dele e o prendi no tatame, meus lábios roçando a orelha dele: “Agora você é a minha presa.”
Vou ganhar a aposta? O herdeiro daquele império vai aprender a largar o controle?
E quando algum idiota me insulta numa ilha tailandesa, os olhos de Lucas ficam gelados:
“Aposta no iate. Quem perder pula e alimenta os tubarões.”
Eu dei um tapa nele. Com força. A bochecha dele ficou vermelha na hora.
“Garotas não têm a menor condição de entender tática de beisebol”, ele cuspiu, tentando não passar vergonha. “Se você conseguir entrar no time, eu faço o que você mandar.”
Fechado.
No dia em que aqueles valentões me encurralaram no beco, eu derrubei uns vinte e tantos sozinha. Lucas Winston — capitão do time, herdeiro de um império financeiro, o melhor da nossa turma — só ficou ali olhando, os olhos brilhando com alguma coisa perigosa. “Você viria me salvar? Mesmo em outro estado?”
“Viria. Mas não porque você está pedindo desse jeito.”
A voz do vovô Jack chiou no telefone: “Suas habilidades de combate, sua mente tática — tudo isso pode ser aplicado ao beisebol. É o seu único caminho de saída.”
Com minhas notas raspando o fundo do poço, o recrutamento esportivo era minha única chance de entrar na faculdade. Aquela aposta? Minha ponte em chamas.
Mas Lucas virou um problema. Chegou perto demais; os problemas de controle dele sufocavam. Depois da formatura, eu fugi. Achei que podia escapar dele.
Um semestre depois, ele apareceu na entrada do meu clube: “Eu recusei Yale.”
Eu varri as pernas dele e o prendi no tatame, meus lábios roçando a orelha dele: “Agora você é a minha presa.”
Vou ganhar a aposta? O herdeiro daquele império vai aprender a largar o controle?
E quando algum idiota me insulta numa ilha tailandesa, os olhos de Lucas ficam gelados:
“Aposta no iate. Quem perder pula e alimenta os tubarões.”














































