A Noiva Humana do Rei Lycan
585 Visualizações · Em andamento · Anak Kost
Ela nunca deveria ter sobrevivido, e ainda assim se tornou a maior obsessão do Rei Lycan.
Layla acreditou ter entrado no mundo do último romance que leu depois de ser assassinada pelo próprio marido. Mas um segredo ainda maior a aguarda em um mundo governado por lobisomens, dragões e magia ancestral.
À medida que verdades ocultas começam a vir à tona, Layla percebe que nunca entrou em romance nenhum. Em vez disso, ela vem repetindo a mesma linha do tempo, uma e outra vez, por um único motivo — salvar alguém.
— Escravinha... — Ele inclinou levemente a cabeça, o olhar preso ao meu — o olhar mais perigoso que eu já tinha visto. — Você me odeia? — perguntou em voz baixa.
Meu corpo inteiro tremeu, mas, de algum jeito, minha boca se mexeu mais rápido do que meu cérebro.
— Sim. — A resposta escapou na hora. — Eu te odeio. — No instante em que as palavras saíram da minha boca, eu quis engoli-las de volta, mas já era tarde demais.
— Ah, é? — Um meio sorriso surgiu em seus lábios.
Meus olhos se arregalaram e, por um momento, eu realmente achei que estivesse imaginando coisas.
Mas não. O olhar dele continuou fixo no meu enquanto a mão se erguia e, com delicadeza, segurava meu rosto. Então, com os lábios a poucos centímetros dos meus, ele sussurrou:
— Bom, escravinha. — A voz dele era baixa e perigosamente suave. — Pelo menos o seu ódio me mantém dentro dos seus pensamentos.
Um arrepio desceu pela minha espinha.
— Me entretenha mais, minha escravinha. — Os olhos dele não saíram dos meus. — Me deixe ainda mais curioso. — A voz dele baixou ainda mais.
— Me negue.
— Me enfrente.
— Me odeie o quanto quiser.
Hmph!
Antes que eu pudesse sequer reagir, os lábios dele encontraram os meus de novo, e ele chupou meus lábios, me tratando de verdade como uma mulher barata com quem podia brincar sempre que bem entendesse.
Layla acreditou ter entrado no mundo do último romance que leu depois de ser assassinada pelo próprio marido. Mas um segredo ainda maior a aguarda em um mundo governado por lobisomens, dragões e magia ancestral.
À medida que verdades ocultas começam a vir à tona, Layla percebe que nunca entrou em romance nenhum. Em vez disso, ela vem repetindo a mesma linha do tempo, uma e outra vez, por um único motivo — salvar alguém.
— Escravinha... — Ele inclinou levemente a cabeça, o olhar preso ao meu — o olhar mais perigoso que eu já tinha visto. — Você me odeia? — perguntou em voz baixa.
Meu corpo inteiro tremeu, mas, de algum jeito, minha boca se mexeu mais rápido do que meu cérebro.
— Sim. — A resposta escapou na hora. — Eu te odeio. — No instante em que as palavras saíram da minha boca, eu quis engoli-las de volta, mas já era tarde demais.
— Ah, é? — Um meio sorriso surgiu em seus lábios.
Meus olhos se arregalaram e, por um momento, eu realmente achei que estivesse imaginando coisas.
Mas não. O olhar dele continuou fixo no meu enquanto a mão se erguia e, com delicadeza, segurava meu rosto. Então, com os lábios a poucos centímetros dos meus, ele sussurrou:
— Bom, escravinha. — A voz dele era baixa e perigosamente suave. — Pelo menos o seu ódio me mantém dentro dos seus pensamentos.
Um arrepio desceu pela minha espinha.
— Me entretenha mais, minha escravinha. — Os olhos dele não saíram dos meus. — Me deixe ainda mais curioso. — A voz dele baixou ainda mais.
— Me negue.
— Me enfrente.
— Me odeie o quanto quiser.
Hmph!
Antes que eu pudesse sequer reagir, os lábios dele encontraram os meus de novo, e ele chupou meus lábios, me tratando de verdade como uma mulher barata com quem podia brincar sempre que bem entendesse.

