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Minha Esposa Roubou o Dinheiro do Meu Caminhão, Então Eu a Levei Para a Prisão

Minha Esposa Roubou o Dinheiro do Meu Caminhão, Então Eu a Levei Para a Prisão

816 Visualizações · Em andamento · Ana Beatriz Oliveira
Mateus Rocha passou quinze anos dormindo em cabine de caminhão, cruzando estrada de madrugada, comendo marmita fria em posto de beira de pista e guardando cada real para comprar os primeiros caminhões da própria frota.

Quando voltou para casa depois de uma viagem longa, encontrou a esposa, a sogra e metade da rua esperando por ele com um envelope na mão.

Diziam que ele era usuário de droga.
Diziam que ele era violento.
Diziam que ele tinha traído, ameaçado e perdido o direito de tocar na casa, no dinheiro e na mulher que sustentava com o próprio suor.

Bianca Rocha queria que ele assinasse o divórcio ali mesmo.
Renato Valença, o amante dela, queria posar de investidor rico usando o dinheiro roubado da entrada dos caminhões.
Dona Célia queria transformar a humilhação pública numa sentença antes que Mateus pudesse respirar.

Mas eles cometeram um erro.

O exame toxicológico falso tinha uma data impossível.
Naquele dia, Mateus estava a centenas de quilômetros dali, registrado por tacógrafo, pedágio, GPS, nota fiscal de frete e recibo de entrega.

Ele não gritou. Não correu para a polícia. Não implorou.

Mateus fingiu perder.

E enquanto Bianca e Renato comemoravam com carro alugado, relógio falso e festa de luxo, ele preparou uma armadilha maior que a ganância deles.

No fim, a noite escolhida para humilhar um caminhoneiro quebrado se tornaria o palco onde todos veriam quem tinha roubado, quem tinha mentido e quem sairia algemado.
A Esposa Loba Que Usou o Dinheiro que Salvava a Vida da Sua Mãe para Agradar Sua Amante

A Esposa Loba Que Usou o Dinheiro que Salvava a Vida da Sua Mãe para Agradar Sua Amante

380 Visualizações · Em andamento · Ryu
O envenenamento por prata se instalou, e a vida da minha mãe ficou por um fio.

Eu me ajoelhei e implorei à minha parceira, Selene, que usasse as 100.000 moedas de ouro do nosso espólio de guerra para comprar Água Benta do Luar, mas ela recusou friamente, com um sorriso de escárnio:

— Uma paciente comum envenenada por prata não vale o desperdício de recursos.

Em seguida, virou as costas e gastou 80.000 moedas num colar para o amante dela.

Minha mãe morreu nos meus braços, enquanto eu rangia os dentes e engolia minhas lágrimas de sangue.

Mas, quando a patrulha veio recolher o corpo, ela finalmente descobriu: a pessoa enviada para ser enterrada no fundo da vala comum não era minha mãe... e sim a própria mãe biológica dela.

Ela tinha enterrado a própria mãe com as próprias mãos!