Ameaçou, olhei para Enzo ali dormindo inocente, que quando o seu tio se colocou sobre mim, abrindo as minhas pernas, o olhei.
— Não é ....ah ah ah...— Ele entrou com tudo, com força, tudo molhado, escorregadio.
— Isso, geme, você queria saber se é fria, esse filho da puta, não deve te foder como merece, Isadora. — Sussurrou na minha orelha.
Olhei para o meu noivo ali dormindo, a cama rangendo, Enzo tateou a cama, eu tentei empurrar seu tio de cima de mim, mais ai era que ele movia, me fodia, Enzo pegou a minha mão, e pelo tesão, a força exercida, me fazendo olhar para o homem mais velho sobre mim.
Os seus lábios próximos aos meus, a sua respiração na minha, os seus olhos lascivos.
— Isso, delicia! — Ele disse, me fazendo odiar e tensionar naquele momento, apertando a mão entrelaçada a minha, ao perceber que logo o meu corpo me traia.
— Dante pare...— Pedi, mas o seu dedo em meus lábios, a sua cabeça negando.
— O que é? Goze para mim, depois eu paro. — Franzi o cenho, estava tensa, com medo, Enzo ao nosso lado dormia confiante em mim, na sua própria casa, cama.
Eu estava ali debaixo do seu tio sem pudor, gemendo contra a sua boca, sentindo o lascivo tesão me inudar.
Logo, pude sentir as pulsações iniciarem, já era segunda vez que aquele homem me dava um orgasmo. Mas tudo foi interrompido, quando Enzo virou o rosto de lado, Dante envolveu a minha cintura com um único braço, me virou na cama.
Fazendo soltar a sua mão. — Quero você de quatro, quero você a noite inteira. — Disse na minha orelha, até que começou a beija-la, chupa-la, pincelando o seu pau em mim, eu me vi perdida.