O Don da Máfia Implora para Eu Voltar
685 Visualizações · Em andamento · Claire
Cinco anos de casamento. Elara encontrou um laudo de compatibilidade cardíaca no escritório do marido, Damian. Só então percebeu que Damian Montgomery — o mais jovem chefão da máfia italiana da história — a amara e a valorizara todos esses anos por um único motivo: transplantar o coração dela para a mulher que ele realmente amava, Vivian.
Damian segurou o queixo dela com frieza. “O estado da Vivian piorou. A cirurgia está marcada para daqui a um mês. Não se preocupe — vou encontrar o melhor jazigo para você e vou garantir que sua família fique bem amparada. Você precisa entender: se não fosse pelo seu coração, você nunca poderia ter virado minha esposa, nunca poderia ter se tornado a Sra. Montgomery. Você aproveitou anos de uma vida luxuosa. Agora é hora de retribuir.”
Até o filho que ela criara com as próprias mãos gritou com ela: “Por que você simplesmente não morre? Se você morrer, seu coração pode ir pra Vivian! Eu quero que a Vivian seja minha mãe!”
Elara desmoronou. Mas não estava completamente destruída.
Ela enfiou o acordo de divórcio no meio de uma pilha de contratos que precisavam da assinatura de Damian. Ele não leu com atenção. Assinou. Agora, ela estava livre.
Elara aceitou a proposta — Avaliadora-Chefe de Joias, um salário anual de sete dígitos. Deu a si mesma um mês para se despedir dos cinco anos que perdera. Foi se retirando da vida de Damian e da vida de Caleb, pouco a pouco, até não restar nada dela.
Até aquela noite, quando Damian assistiu, impotente, a uma bala rasgar o ombro dela e ela despencar nas águas geladas do Atlântico.
“Não! Elara! Você não tem permissão pra morrer!”
Naquele instante, Damian finalmente entendeu — em algum ponto ao longo daqueles cinco anos, ele já tinha se apaixonado por Elara. E uma certa verdade em que sempre acreditara se inverteu depois que Elara foi embora.
Ele estava errado. Terrivelmente errado. Errado desde o começo. Esse chefão da máfia, orgulhoso, nobre e implacável, foi consumido pelo remorso e jurou passar o resto da vida em expiação — para reconquistar Elara, que perdera até o último fiapo de fé nele.
“Elara, eu imploro. Volta. Volta pra mim e pro Caleb.”
“Mamãe, me desculpa. Por favor, não me abandona.”
Quando Elara — agora uma figura internacional, admirada e adorada por incontáveis pessoas — fica frente a frente mais uma vez com o homem que um dia amou de todo o coração e com o filho que um dia desejou a morte dela, que escolha ela fará?
Damian segurou o queixo dela com frieza. “O estado da Vivian piorou. A cirurgia está marcada para daqui a um mês. Não se preocupe — vou encontrar o melhor jazigo para você e vou garantir que sua família fique bem amparada. Você precisa entender: se não fosse pelo seu coração, você nunca poderia ter virado minha esposa, nunca poderia ter se tornado a Sra. Montgomery. Você aproveitou anos de uma vida luxuosa. Agora é hora de retribuir.”
Até o filho que ela criara com as próprias mãos gritou com ela: “Por que você simplesmente não morre? Se você morrer, seu coração pode ir pra Vivian! Eu quero que a Vivian seja minha mãe!”
Elara desmoronou. Mas não estava completamente destruída.
Ela enfiou o acordo de divórcio no meio de uma pilha de contratos que precisavam da assinatura de Damian. Ele não leu com atenção. Assinou. Agora, ela estava livre.
Elara aceitou a proposta — Avaliadora-Chefe de Joias, um salário anual de sete dígitos. Deu a si mesma um mês para se despedir dos cinco anos que perdera. Foi se retirando da vida de Damian e da vida de Caleb, pouco a pouco, até não restar nada dela.
Até aquela noite, quando Damian assistiu, impotente, a uma bala rasgar o ombro dela e ela despencar nas águas geladas do Atlântico.
“Não! Elara! Você não tem permissão pra morrer!”
Naquele instante, Damian finalmente entendeu — em algum ponto ao longo daqueles cinco anos, ele já tinha se apaixonado por Elara. E uma certa verdade em que sempre acreditara se inverteu depois que Elara foi embora.
Ele estava errado. Terrivelmente errado. Errado desde o começo. Esse chefão da máfia, orgulhoso, nobre e implacável, foi consumido pelo remorso e jurou passar o resto da vida em expiação — para reconquistar Elara, que perdera até o último fiapo de fé nele.
“Elara, eu imploro. Volta. Volta pra mim e pro Caleb.”
“Mamãe, me desculpa. Por favor, não me abandona.”
Quando Elara — agora uma figura internacional, admirada e adorada por incontáveis pessoas — fica frente a frente mais uma vez com o homem que um dia amou de todo o coração e com o filho que um dia desejou a morte dela, que escolha ela fará?

